Investigação

Voltámos de Chicago com quatro estudos que vão marcar os próximos anos

Cinco dias no maior congresso de oncologia do mundo. O fio condutor de 2026: tratar mais cedo, com mais precisão e, às vezes, tratar menos, melhor.

20 de Julho, 2026 2 min de leitura
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Estar na sala quando milhares de oncologistas se levantam para aplaudir um resultado é algo que não se esquece. Foi assim a nossa semana em Chicago, no maior congresso de oncologia do mundo, a ouvir em primeira mão o que vai mudar a forma como se trata o cancro nos próximos anos.

Houve um silêncio quase total na sessão plenária e, no fim, uma ovação de pé. Houve conversas de corredor que valem por um artigo inteiro. E houve aquela sensação rara de estar a assistir a algo que, daqui a uns anos, vamos lembrar como um ponto de viragem.

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O fio condutor de 2026: tratar mais cedo, com mais precisão, e às vezes tratar menos, melhor.

Voltámos com quatro estudos que nos marcaram, de quatro cancros diferentes. Nenhum destes resultados é uma cura. Mas cada um abre uma porta que estava fechada, e é essa a matéria de que se faz o progresso em oncologia.

Pontos-chave

  • Cinco dias na ASCO 2026, o maior congresso de oncologia do mundo.
  • Quatro estudos de referência, em quatro tipos de cancro diferentes.
  • A tendência do ano: mais cedo, mais preciso e, por vezes, menos tratamento.
  • Nenhum é cura, mas todos abrem portas antes fechadas.

Nas próximas semanas explicamos cada um destes estudos com o rigor e a profundidade que merecem. Vale a pena acompanhar.

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